Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 14/10/2021
O filósofo Gilberto Dimenstein, elaborou a tese, democracia “Cidadão de papel”, no qual o autor define como, o indivíduo que possui direitos mas não os vivencia por desinformação social ou por subtração da esfera governamental. Nesse sentido, essa definição se relaciona a vários contextos brasileiros, como por exemplo o tabagismo no século XXI seus problemas e consequências, que tem se presente presente diariamente, embora esteja previsto no artigo 196, que a saúde e direito de todos assim como o acesso a ações e serviços para a proteção da mesma Constituição Federal de 1988, norma ainda em vigor. Diante disso, carece esse direito na prática, já que esse adorno traz grandes transtornos aos inclusos nesse quadro, seja pela prejudicação da saúde do indivíduo, quanto pelo crescentes casos de câncer de pulmão no Brasil, abrangendo uma coletividade carente de atenção e atenção.
Dito isso, é factível que a conscientização desde cedo representa uma perspectiva de resolução de quadro previsto que, o combate constante em busca da diminuição do tabagismo no Brasil mostra-se pouco garantido, pois o desenvolvimento se mostra ainda precário nas políticas sociais à saúde e uma infraestrutura carente. Visto que, as restrições a mais direitos constitucionais a saude tidos como “assegurados” pela legislação, se mostra ausente nas políticas públicas que visam o bem estar dos afetados, é a desintegração das doenças ocasionadas pelo tabagismo consequente ao progresso da saúde. Logo, apesar de existirem projetos como o INCA Programa Nacional que promove especialidade e integral ao paciente com câncer, ainda e muito dificil tratar os inúmeros casos crescentes de câncer de pulmão. Sendo ASSIM, se vê a necessidade da implementação de políticas públicas mais eficaz para a retração do alto consumo de cigarros.
Torna-se evidente, portanto, que o Tabagismo no século XXI deve ser sancionado, através da, extensão ao direito legislativo do artigo 196. Cabe ao ministério da Saúde, junto ao ministério da Educação, abordar e trabalhar o tema por meio de abordagem individual ou pública, em escolas, praças públicas como também em centros sociais. Ademais e, preciso que o Ministério da Saúde junto ao Ministério Público através de verbas da União e do fundo rotativo mova capital, para tratamento clínico e medicamentoso destinado a comunidades carentes inclusa nesse globo. Além disso, as ONGs junto à mídia podem divulgar notícias e criar projetos de conscientização quanto ao câncer pulmonar e de valorização à vida. Dessa forma contribuindo para uma sociedade mais consciente, desfazendo assim os paradigmas antigos. Combatendo assim o embate deletério ao crescimento constante da doença de pulmão, iminente aos vícios químicos do tabagismo no país contribuindo assim para um Brasil mais saudável.