Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/11/2021

O combate ao tabagismo na sociedade contemporânea

Nos anos 1990 o ato de fumar era visto como charmoso e sensual. Isso se deve principalmente a indústria cinematográfica da época, que vangloriava o cigarro de forma estrondosa, capaz de persuadir grande parte da população a colocar sua sanidade em risco. Hoje, a sociedade contemporânea se preocupa em combater o tabagismo herdado do século passado que, além de acarretar inúmeras enfermidades, é um problema de saúde pública.

Primeiramente, sabe-se que o próprio vício em nicotina, substância psicoativa que provoca alterações no sistema nervoso central, é uma doença. No entanto, o mesmo pode gerar incontáveis empecilhos, como cânceres, asma, bronquite, trombose, impotência sexual e infarto, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Ademais, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaquismo é o primordial motivo de óbitos no mundo.

Outrossim, o indivíduo que fuma está expondo, indiretamente, todos à sua volta. Inalar a fumaça de qualquer substância fumígena proveniente de um fumante provoca abundantes malefícios, por exemplo, surdez, irritações no corpo e problemas vasculares. Conforme pesquisas da OMS, o tabagismo passivo é tão ou mais perigoso que o ativo. Também, nos dias atuais, o Governo gasta, em média, 59,9 bilhões de reais com despesas médicas para ambos. Portanto, a nível de Brasil, é dever do Poder Público Federal em parceria com a OMS proibir a venda de todo e qualquer insumo derivado do tabaco, criminalizando-o e, também, fornecer o devido tratamento aos dependentes, por meio de clínicas de reabilitação e grupos de apoio. Dessa maneira, será possível combater, mesmo que de forma parcial, o uso incessante da nicotina, promovendo mais saúde e vitalidade à nação.