Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/11/2021

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o tabagismo no século XXI, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste, seja pela passividade do Estado com essa situação, seja pela normatização da sociedade no assunto.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo gregro Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, sabe-se que o cigarro está presente na cultura mundial, ou seja, nunca teve alguma decadência, o Estado não infere de forma relevante aos fumantes, o acesso sempre foi muito fácil. Com isso, percebe-se a necessidade de uma maior atitude das autoridades, a fim de estagnar o tabagismo.

Outrossim, destaca-se a postura da sociedade como impulsionador do problema. Segundo o IBGE, a maioria das pessoas começou a fumar entre 17 e 19 anos, ou seja, quando jovens, haja vista que a fácil acessibilidade e a convivência com outros jovens que também fumam são fatores que influênciam o aumento e persistência do tabagismo até os dias atuais, com indivíduos que aceitam tal realidade, a escassez do tagabismo ainda está no futuro.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Destarte, o governo deve sansionar leis que inibam e dificultem o acesso do cigarro à população, bem como elevar o seu preço, a fim de diminuir o tabagismo. Em suma, a mídia por meio das redes sociais deve publicar campanhas que discutam os malefícios de fumar, e alerte as possíveis consequências futuras para a saúde, só assim o tabagismo pode aos poucos ser deixado de lado.