Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/10/2021
O filme “Obrigada por fumar”, publicado em 2006, retrata a história de um funcionário de uma grande empresa de cigarro que precisa defendê-lo mesmo sabendo de seus malefícios à saúde dos usuários. Entretanto, mais de dez anos depois, nota-se que o número de fumantes diminui consideravelmente, no Brasil, durante o século XXI. Dessa forma, é evidente a necessidade de combater esse problema na sociedade brasileira, pois esse vício causa sérias consequências à saúde humana.
A princípio, é importante destacar que o tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência da nicotina. Outrossim, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) exerce o controle de todos os produtos e serviços nacionais e internacionais. Nesse cenário, segundo o site G1, grupos criminosos montam fábricas clandestinas de cigarros, sem nenhuma fiscalização sobre a quantidade de nicotina e outras substâncias que causam malefícios à saúde da população. Desse modo, fica evidente como é necessário combater o tabagismo, visto que esse problema acarreta a morte ou desenvolve sérios problemas na vida de muitos pacientes.
Além disso, vale ressaltar que o Sistema Unico de Saúde (SUS) nasce da Reforma Sanitária, que temia o caos na saúde nacional brasileira, em meados de 1980. Essa Constituição diz respeito ao dever do Estado de promover o acesso à saúde de qualidade e gratuita a todos que necessitarem. Nesse contexto, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a assistência médica associada ao tabagismo gerou em torno de quarenta bilhões de reais ao SUS, para o tratamento de doenças como câncer, problemas cardiorrespiratórios e derrame que sao desencadeados pelo cigarro. Dessa maneira, o tabaco persiste como um produto ainda bastante comercializado e consumido, mesmo com todo o efeito negativo.
É notável, portanto, que o tabagismo necessita de medidas para amenizar seus problemas e consequências à saúde da população. Logo, o Governo Federal deve abrir postos policiais com agentes especializados para fiscalizar as empresas de tabaco, para averiguar se a quantidade de nicotina e outras substâncias causadoras de câncer estão na quantia permitida ou superior. Ademais, o Ministério da Saúde, junto com as mídias, deve disponibilizar projetos, trabalhos, debates e campanhas publicitárias esclarecedoras, por meio de apoio de médicos, psicólogos, nutricionistas e assistentes socias para auxiliar o usuário e informar a população de todas as faixas etárias sobre os malefícios do tabagismo, a fim de diminuir o alto índice de fumantes e mortes por consequência de cigarro que ainda existe no Brasil. Nesse sentido, irá ocorrer a diminuição das mortes e gastos com a saúde associadas ao cigarro.