Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 04/11/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber, no Brasil, a mesma condição no que concerne à questão do tabagismo no século XXI: problemas e consequências, que segue sem uma intervenção que resolva. Nessa perspectiva, observa-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da base educacional lacunar e o silenciamento social.
Sob esse viés, a omissão educacional caracteriza-se como um complexo dificultador. Segundo o filósofo Imannuel Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, logo, se há um problema social, há uma falha na educação. Nesse sentido, no que tange ao vício em produtos que contém tabaco, percebe-se a forte influência dessa causa, visto que as instituições de ensino não estão cumprindo com o seu papel no sentido de reverter essa situação, pois não estão trazendo às salas de aulas conteúdos que ajam na erradicação desse impasse.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento coletivo. De acordo com o filósofo Foucault que defende que, na sociedade pós moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Dessa forma, é perceptível uma lacuna no que se refere ao debate em torno do excesso ao consumo de nicotina na sociedade brasileira, assim, sem diálogo sério e massivo sobre essa problemática, sua resolução torna-se distante.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar o cenário atual. Sendo assim, é imprescindível que o Estado - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parceria com as escolas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e como combatê-las e ajudar as vítimas. Com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos e alcançar o bem-estar social. Dessa maneira, a proposição da carta magna será concretizada.