Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/02/2022

O vício dos chineses no entorpecente ópio já foi tão grande que fez-se necessário a interferência do imperador chinês neste assunto. Essa interferência causou um acidente diplomático com a Inglaterra levando os dois países a entrarem em guerra. No Brasil, comsome-se próximo de 2 trilhôes do entorpecente cigarro todos os anos. Em consequência, são investidos, segundo dados do INCA, 30% do orçamento do sistema único de saúde (SUS) no tratamento de pessoas com problemas de saúde decorrentes do consumo de cigarros. Certamente, é errado que não fumantes arquem com esse custo.

Ademais, as pessoas livres do vício do fumo não estão completamente protegidas dos males dessa prática. Recentemente, uma pesquisa mostrou que o fumo passivo aumenta em 30% as chances do indivíduo desenvolver câncer de pulmão. Sem dúvida, o consumo desse entorpecente prejudica a todos e por isso deveria ser extirpado da sociedade.

Por outro lado, o combate ao tabagismo precisa ser gradual. Dado que, o cigarro causa dependência química, a qual faz com que o próprio organismo do fumante veja como uma necessidade a ingestão das toxinas presentes no cigarro. Por isso, uma série de medidas pontuais são preferíveis a uma proibição rígida.

Em suma, é urgente que o Brasil dê o próximo passo no combate ao tabagismo. Para esse fim, a prioridade deveria ser repassar o prejuízo do SUS para os fumantes. Segundo dados do INCA, isso é possível se o Ministério da Economia aumentar a taxação dos maços de cigarro em R$3,90. Por meio dessa ação, espera-se corrigir uma injustiça para com os não fumantes e também levar aos viciados a repensarem sua prática com aumento dos custos do seu vício.