Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/03/2022

Em um episódio da novela “Kubanacan”, disponível na globoplay, o protago-

nista Esteban comenta que apesar de conviver com os filhos e não ter a intenção de influenciar hábitos ruins, não é capaz de parar de fumar. De maneira análoga a isso o vício em nicotina é um óbice da realidade brasileira. Nesse contexto,dois im- portantes aspectos devem ser considerados: a desinformação generalizada e o contexto histórico.

Em primeira análise, o ato de inalar tabaco não é atual. Sob essa ótica, de acordo com o documentário chamado “comerciais de cigarros’’, é explícito que nas propagandas essa ação era mostrada como elegante e benéfica, já que, os fumantes em geral eram donos de empresas e sempre bem sucedidos. Nesse sentido, essas publicidades influenciaram a população da época, visto que, grande parte da popução que nasceu antes dos anos 1990, década que foi proibido tais programas, são ou já foram tabagista, segundo o ‘‘globo.com’’.

Ademais, a falta de conhecimento sobre o assunto traz prejuízos. Dessa maneira, conforme o site “gov.br” aproximadamente vinte por cento da população mundial utiliza nicotina; pode-se afirmar que uma das causas é de que essas pessoas que não obtem a informação de que essa dependência causa enfermidades nos órgãos vitais além de prejudidicar pessoas próximas, os tornando fumantes passivos, ou seja, pessoas que tem prejuízos na saúde por conviver com a fumaça que estes produzem.

Tendo em vista os fatos citados acima, faz-se necessário a intervenção do Ministério da Saúde,órgão responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados a assistência à saúde dos brasileiros, criando projetos nacionais antifumos, por meio da divulgação da grande mídia como internet pelas redes sociais. Com isso espera-se alertar a população a respeito das desvantagens causados pelas cigarrilhas e estimular o combate ao tabaquismo.