Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 08/04/2022

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, prerrogatica não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o tabagismo e suas consequências presentes no século 21 dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante.Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a inspeção dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para se combater o consumo de tabaco na sociedade contemporânea. Nesse sentido, é notório que à gestão da nação não assegura de forma eficaz métodos que possam conter tal infortúnio, promovendo mais saúde às pessoas que se encontram viciadas em diversos tipos de cigarros.Conforme essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura -se como a violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o bem-estar humano, o que, lamentavelmente é evidente no país.

Ademais ,é fundamental apontar a venda legalizada como principal impulsionador das mortes causadas por consumo de cigarros, não só no Brasil, mas também no mundo.De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), no ano de 2017, aproximente 3,3% da “população “verde-amarela” veio a óbito.Diante de tal exposto, a compra legal desse produto agravou ainda mais essa balbúrdia, uma vez que as pessoas podem adquiri-ló de maneira mais rápida e prática.Logo ,é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso é imprescindível que o TCU (Tribunal de Contas da União), por intermédio do Estado,disponibilize verbas para a construção de centros de apoio direcionados a usuários do tabaco, a fim de conscientizar os mesmos sobre o quanto faz mal consumir dessas substâncias nocivas a saúde. Assim, se consolidará uma sociedade mais saudável, em que o Estado desempenha corretamente o seu “contrato-socilal”, tal qual afirma Locke.