Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/06/2022
Tabagismo: unilateralismo maléfico
O Ministério da Saúde adverte: O Cigarro causa dependência química, impotência sexual, envelhecimento precoce, infertilidade, tratamento psicológico e surgimento de tumores. O cigarro é uma ameaça à saúde pública e são inúmeras as consequências maléficas do tabagismo. Esse vício compromete a Saúde Pública de duas maneiras: primeiro, com o tratamento corretivo contra os sintomas, e segundo, com a recuperação dos dependentes.
Câncer no trato digestivo, pulmão e fígado. Quimioterapia, radioterapia, transplantes de órgãos, internações emergenciais. Essas são as doenças e ações corretivas que o Sistema de Saúde toma contra as consequências do cigarro no corpo humano. Substâncias cancerígenas presentes no cigarro como Benzeno e Nicotina agem na divisão dos Cromossomos e replicação do DNA, danificando assim a codificação genética e causando tumores no corpo humano, levando em diversos casos à Neoplasia, que é ampliação desses edemas a outros órgãos vitais.
Além disso, a recuperação dos dependentes dessa droga lícita traz altos custos ao sistema público de saúde, com tratamentos de longa duração, como a internação voluntária e terapias ocupacionais na utilização de medicamentos ansiolíticos, antidepressivos e anticompulsórios. Mas também, a necessidade da participação de médicos de diversas áreas culmina no aumento das filas para receber atendimento, uma vez que a demanda de pacientes é sempre superior à oferta de médicos disponíveis no mercado nacional.
Infere-se, portanto, que o tabagismo põe em risco a higidez social brasileira. Diante disso, é de competência dos Órgãos de Saúde ampliar o tratamento corretivo nas unidades atendimento, com a melhoria das estruturas hospitalares. Outrossim, tornar essa substância ilegal é uma alternativa factível. Dessa forma, é de responsabilidade do poder legislativo criar leis para proibir o plantio, cultivo e comercialização dessa substância para garantir o bem-estar social e coletivo no que se refere à vitalidade pública.