Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/06/2022

No século XX, o consumo do tabaco era considerado um sinônimo de poder e status, propagandas televisivas e campanhas o incentivavam, o que resultou em uma grande quantidade de dependentes. Todavia, atualmente, com os avanços da ciência e da medicina, os seus inúmeros malefícios são de conhecimento geral e o seu uso passou a ser desestimulado, pois afeta não só a saúde do fumante, como também a de quem convive com ele.

O cigarro de tabaco possui uma substância chamada nicotina, que age diretamente na dopamina do cérebro, causando o vício. Além disso, ela é altamente tóxica e contribui para o desenvolvimento de diversas doenças, como o câncer de pulmão e boca, infartos, diminuição da imunidade, impotência sexual, entre outras. Por esse motivo e pelo seu grande número de usuários, segundo à Organização Mundial de Saúde, o tabagismo é considerado uma pandemia.

Ademais, as consequências não atingem somente os fumantes, mas também quem convive com eles, os chamados fumantes passivos. Esses, de acordo bom o blog “Sesi Farmácia”, têm 30% mais chances de adquirirem câncer de pulmão do que uma pessoa que não tem contato algum com as substâncias do tabaco. Tal fato pode ser explicado pois, quando a fumaça entra em contato com o ar, se torna ainda mais tóxica do que no próprio cigarro, o que coloca em risco a saúde de quem a inala.

Diante do exposto, fica claro que medidas devem ser tomadas para combater o tabagismo. Sendo assim, o Ministério da Saúde (MS) deve oferecer nos hospitais tratamentos gratuitos para os viciados, que incluam remédios e ajuda psicológica. Outrossim, os meios de comunicação devem promover campanhas televisivas, que visem expôr os malefícios do cigarro e a importância de parar de usá-lo, buscando divulgar esse tratamento que o MS oferecerá. Com essas medidas, essa pandemia será erradicada e o Brasil se tornará um país mais saudável.