Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 26/07/2022

A Constituição de 1988 assegura o direito ao bem-estar físico, mental e social da população. No entanto, há muitas armadilhas em relação às drogas, deixando-as cada vez mais populares entre os jovens, principalmente se tratando dos cigarros eletrônicos. Assim sendo, entorpecentes causam grandes problemas à saúde, além disso, é negligenciado pelo governo. Logo, são necessárias estratégias cabíveis para que se resolva tal irresponsabilidade.

Dessa forma, é primordial ressaltar, que as drogas geram malefícios às funções orgânicas dos indivíduos. Isso posto, segundo o documentário, ‘cigarro eletrônico: como tudo deu errado’, uma empresa de cigarros eletrônicos que foi criada com o intuito de dar uma alternativa para quem tentava deixar o vício, mas em vez disso viciou toda uma nova geração. De tal modo, essa nova alternativa é igualmente prejudicial às formas antigas, deixando as pessoas dependentes cada vez mais jovens.

Ademais, o governo negligencia o uso de drogas pela população. Dessa maneira, a Anvisa proibiu em 2009 a utilização do cigarro eletrônico, apesar disso, cerca de aproximadamente 13 anos depois, jovens, em destaque, de 12 à 21, estão cada dia se viciando mais em ”vape”, sem consciência, pois acreditam que quando quiserem conseguirão parar. Destarte, se nada for feito, no futuro tudo ficará pior, não sendo possível ajudar as pessoas a voltarem para a sua sanidade.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para que se resolva o problema das armadilhas do vício de drogas como cigarro eletrônico entre os jovens. Para tanto, o Estado, juntamente com o Ministério da Educação, deve promover campanhas, por meio de palestras educacionais em todos os níveis escolares, para que a população tenha conhecimento dos malefícios de entorpecentes. Em vista disso, o tabaco aquecido será menos usado pelos jovens.