Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 31/08/2022
Os filmes da indústria hollywoodiana dos anos 60/70, são marcadas por uma característica em comum: a exploração da imagem social da elite. Contrário a época de 60/70. Hoje em dia o tabagismo é um problema que persiste no século XXI e que acomete social e fisicamente seus usuários, dessa forma é vital que tal pratica seja remediada.
Primeiramente, as inúmeras enfermidades como câncer e infarto, que o uso do tabaco pode causar configuram os problemas de ordem física, que associados à magnitude do vício geram danos incalculáveis para a sociedade. Em 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que o fumo mata por ano 3 milhões de pessoas, somente por doenças cardiovasculares. Com o exposto, medidas de cunho informativo tornam-se essenciais para que a primeira “tragada” nunca aconteça e, dessa maneira, transpor os problemas e as consequências que o hábito pode causar.
Entretanto nos últimos anos a moda ‘vintage’ (retomada da moda de décadas anteriores) trouxe de volta não somente roupas, mas também hábitos, sendo o uso do cigarro um deles. Esse costume passou de mal visto para admirado, principalmente entre jovens. Estes que muitas vezes experimentam simplesmente pelo modismo não tem consciência do quão viciante a droga é, e mesmo sem a intenção se tornam dependentes.
O cigarro pode causar doenças e, portanto, consequências desproporcionais, impondo medidas em diversas esferas da sociedade para que a taxa de mortalidade não cresça. Destarte, o Ministério Público deve financiar campanhas publicitárias com o objetivo de garantir que os indivíduos não tenham nem a primeira experiência com o fumo, veiculadas nas emissoras de televisão em diversos horários e abrangendo o maior número de pessoas e faixas etárias. Ademais, o Ministério da Educação precisa assegurar que as escolas apresentem os malefícios do vício sob o formato de palestras e seminários com profissionais da área da saúde com a finalidade de que os estudantes compreendam os danos. Talvez, assim, a humanidade possa se ver livre do tabaco definitivamente.