Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 03/09/2022
No filme (É proibido fumar) de Anna Muylaert, lançado em 2009, conta a história de Baby, uma mulher que vive sozinha em um apartamento herdado de sua mãe e dá aulas de violão. Ela é uma fumante compulsiva, porém deverá superar esse vício caso queira ter sucesso em um romance com um novo vizinho recém chegado, o músico Max. Este filme mostra a realidade de muitas pessoas hoje que não conseguem superar esse mesmo vício, pensando nisso muitas empresas criaram o cigarro eletrônico dizendo que não causa danos à saúde como o comum.
O primeiro dispositivo eletrônico para fumar foi criado em 1963 e foi patenteado por Herbert Gilbert, porém em 2003 o farmacêutico Hon Lik a partir da ideia de Herbert Gilbert e criou o primeiro cigarro eletrônico. O cigarro eletrônico foi criado com o intuito de simular o cigarro real porém sem deixar danos à saúde. Chegaram ao Brasil em 2003 e funcionam da seguinte maneira, o aparelho contém nicotina líquida pura que é aquecida se tornando o vapor que muitas pessoas usam porém ele não é tão seguro como pensam.
O motivo pelo qual o cigarro eletrônico ser nocivo é o fato das altas concentrações de químicos presentes nele como o canabidiol um dos componentes da maconha, propileno glicol, glicerina, nicotina e flavorizantes, além de que vicia mais rápido que o convencional e causa muito mais prejuízos, sem falar que por ser facilmente encontrado em muitas lojas, vários adolescentes compram e ninguém liga fazendo ficar viciado bem cedo e aumentando as chances de contrair câncer. A venda, distribuição ou propaganda de qualquer tipo de cigarros eletrônicos é proibida no Brasil por causa da Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa: RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009.
Desde sua criação muitas pessoas tem usado o cigarro eletrônico como se não fizesse mal, porém cientistas confirmam que fazem muito mais mal que os comuns, por isso tem sido pensado muitas soluções para largar esse mal, uma solução pensada foi campanhas de orientação tanto para o comum quanto para o eletrônico. Outra solução seria aumentar a rigidez em leis de proibição de venda e uso, pois muitos lugares vendem ilegalmente para qualquer pessoa, outra solução é conscientizar as pessoas por meio de projetos sobre os malefícios do eletrônico.