Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/09/2022

“Desconfia dos que não fumam: esses não têm vida interior, não têm sentimentos. O cigarro é uma maneira disfarçada de suspirar”. Mário Quintana, poeta, por meio de sua obra, demonstra uma dependência no uso de drogas. De maneira análoga a isso, o cenário do tabagismo vem se tornando costamentemente naturalizado. Nesse prisma descatam-se dois aspectos importantes: as indústrias dos tabacos e como isso afeta a vida moderna.

Primeiramente, é indubitável que atualmente o consumo de cigarros vêm sendo presente nas vidas de muitos adolescentes, adultos e até idosos. Desse modo, o filme “o informante” dizia que os poderosos da empresa em que trabalhou sabiam da capacidade viciadora da nicotina e como aplicavam aditivos químicos ao cigarro para provocar ainda mais vício. Conquanto, é notório que torna-se inadiável, a reestruturação de tal dinâmica atual para que possa diminuir o consumo exoberante do cigarro nos dias atuais.

Outrossim, é evidente que as indústrias do tabagismo é outra problemática. Segundo pesquisas da Fundação do Câncer, a indústria tabagista recorre à sensualização do cigarro como ‘‘marketing’’ para impulsionar o consumo excessivo, uma vez que, o ato de fumar era tido como algo sofisticado, da década de 40 até meados dos anos 70, devido à influência do cinema daquele contexto.

Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar o uso desmedido das drogas. Por conseguinte, cabe o Ministério da Saúde (MS), fazer projetos de conscientização e alerta ante o uso inconsequente de cigarro, com intuito de discussão sobre como o mecanismo da vida moderna favorece o vício à nicotina, por meio de projetos alternativos, com impulsionamento midiático, bem como a atuação mais ativa de profissionais da área da saúde, afim de atenuar o consumo, e o índice de adulterados.