Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/03/2023
Na atualidade, percebem-se as graves consequências do tabagismo e como ele afeta, não somente os adultos, mas também crianças, adolescentes e idosos, sejam eles fumantes ativos ou passivos. De acordo com a OMS, o tabaco mata mundialmente mais de 8 milhões de pessoas por ano, 161.853 apenas no Brasil. Trata-se de uma epidemia generalizada, que acomete grande parte da população e espalha doenças, perda e desconforto por onde passa.
Observa-se que o tabagismo é muito comum em áreas de grande marginalização e desigualdade social, tais pessoas vulneráveis às problemáticas sociais muitas vezes encontram no tabaco e bebidas alcoólicas uma fuga da realidade, e por fim acabam presas no vício das substâncias que nunca caem em desuso. Além de afetar quem o consome, também traz problemas para os chamados fumantes passivos, que convivem com pessoas fumantes e acabam inalando diversas substâncias tóxicas diariamente, sendo suscetíveis aos mesmos problemas de saúde.
Vale lembrar que, o uso excessivo de cigarros causa extrema dependência nos usuários e os obriga a inalarem cerca de 4.720 substâncias tóxicas como monóxido de carbono e amônia, além de 43 substâncias cancerígenas como o arsênio e o níquel. Existem mais de 50 doenças provenientes do uso do tabaco, além da alta suscetibilidade de contração de doenças crônicas. Fatidicamente, a indústria do tabaco não coopera para a redução de seu consumo, apesar da população estar ciente dos riscos, poucos realmente valorizam sua saúde e a do próximo.
Em virtude dos fatos mencionados, percebe-se a necessidade de intervenções governamentais para reduzir a produção de tabaco, não somente no Brasil, mas no mundo todo. Apesar de muitos estarem cientes da ameaça que os cigarros apresentam para a preservação da saúde, poucos tem noção de seus reais efeitos e consequências, as quais podem levar seu consumidor à falecer. Dito isso, faz-se necessário também a conscientização da população sobre o assunto, para que possamos nos livrar de tal perigo epidêmico.