Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/03/2023

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo fuma, e ainda de acordo com ela, o tabagismo poderá ser responsável por mais de 1 bilhão de mortes até o final do século. Visto essa situação, medidas devem ser tomadas para a diminuição e atenuação do uso e dos efeitos dos cigarros tradicionais e eletrônicos.

Em primeira análise, é importante entender o conceito de tabagismo. Este se refere a uma doença crônica caracterizada pela dependência da nicotina em produtos à base de tabaco, afetando aproximadamente uma a cada oito pessoas no mundo. Ademais, existem diversos motivos que levam ao consumo de tabaco por parte das pessoas, como: o convívio diário com fumantes, facilitando o contato e aceitação do cigarro; e a glamourização do cigarro que aconteceu por parte da mídia e de empresas nas décadas de 50 e 60, já que, nessa época, o tabagismo era visto como símbolo de liberdade, juventude, sofisticação, elegância, e até mesmo saúde.

Nesse contexto, vale salientar que essa glamourização também acontece atualmente, só que dessa vez com os cigarros eletrônicos, dispositivos eletrônicos que simulam o cigarro tradicional. Para além, as consequências decorrentes do tabagismo são inúmeras. A OMS apontou que mais de 8 milhões de pessoas morrem anualmente devido ao uso do tabaco, sendo mais de 200 mil apenas no Brasil. Isso acontece porque o cigarro é um dos principais causadores de diversas doenças mortais, como variados tipos de câncer, doenças respiratórias, problemas cardiovasculares, complicações na gravidez e muitas outras.

Portanto, é fundamental que o Estado e os meios de comunicação tomem providências para amenizar a situação. Com esse fim, políticas públicas e campanhas podem ser criadas para alertar e conscientizar a sociedade acerca dos malefícios decorrentes do uso cigarro. Só assim, será possível contrariar as previsões da OMS e evitar mais de um bilhão de óbitos até o final do século XXI.