Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/03/2023
A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na conteporaneidade, tais quais a liberdade e a responsabilidade. No entanto a questão do tabagismo no século XXI é incongruente com esses princípios históricos, em virtude de erros públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do embróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para a realização do bem comum - o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre por-que há falta de políticas públicas, visto que, não há interesse da parte deles em investir, principalmente nas escolas, campanhas que abordem os malefícios da nicotina e do tabaco. Posto isso, é importante detalhar que a falta de investimentos na base educacional faz com que as pessoas sejam expostas desde cedo ao cigarro e o problema ainda persista no contexto atual.
Outrossim, é imperioso destacar que as lacunas na educação, seja ela em casa ou escola, são um motivo de óbice. Dentro dessa lógica, a enfatização da importância de um estilo de vida saudável e a promoção de habilidade de tomada de decisão fazem-se necessárias. A adversidade persiste e problemas como péssima qualidade de vida e doenças terminais se tornam cada vez mais recorrentes. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.
Portanto, é evidente que são fundamentais a crição de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, o Ministério da Educação deve investir na rede pública de ensino - na qual jovens estão inseridos num contexto, muitas vezes, periférico e expostos à vícios desde cedo - , em recursos e infomações atualizadas sobre os problemas e consequências do tabagismo nos dias atuas, por meio de campanhas com profissionais qualificados, com a finalidade de tornar a população mais saudável, com maior qualidade de vida ao longo dos anos e que não gere um problema de saúde pública ainda maior.