Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/09/2023
Segundo Thomas Hobbes é dever do Estado exercer poder com finalidade de coibir os males da sociedade. No entanto, existem ainda certas práticas que são prejudiciais à saúde dos indivíduos e que precisam ser superadas como é o caso do tabagismo. Dentre tantos fatores que desencadeiam essa problemática, destacam-se o livre acesso ao mercado do tabaco e as doenças originadas desses produtos químicos.
Diante desse cenário, percebe-se que a ausência de fiscalização adequada corrobora para a entrada de produtos químicos à base de tabaco no Brasil. Além disso, o mercado ilegal de cigarros provém de duas fontes; ou é produzido por empresas brasileiras de pequeno porte, a maioria delas envolvidas em práticas de evasão fiscal; ou chega, principalmente, do Paraguai, via contrabando. Nesse sentido, o comércio ilícito agrava o problema de saúde pública dificultando as políticas de coibição.
Ademais, vale ressaltar que o tabagismo causa inúmeras doenças aos indivíduos consumidores como Enfisema Pulmonar, Impotência Sexual, Bronquite, entre outros. Com isso, o hábito de fumar, muitas vezes, é influenciado, principalmente, pela publicidade do cigarro nos meios de comunicação, embora esse tipo de propaganda é proibida no Brasil. Assim sendo, o cigarro gera sensação de prazer aos cidadãos, e consequentemente se torna vício.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar essa temática. Logo, cabe ao Ministério da Educação instituir, nas escolas o ensino sobre efeitos do uso do cigarro e suas consequências para a população, sendo essa uma das formas de conscientização. Dessa forma, é imperativo debater os males do tabagismo por meio das esferas biológicas e sociológicas. Então, pode-se construir uma sociedade livre dos produtos fumígenos e ter melhores perspectivas de vida.