Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 15/08/2025
A rivalidade entre tecnologia e saúde mental é crescente, especialmente, para aqueles que passam por momentos de depressão, ansiedade e outros quadros parecidos. Notícias do Brasil e do mundo sendo veiculadas dia e noite, os padrões ideias de beleza, trabalhos descritos como perfeitos, relacionamentos inabaláveis: esse são alguns dos exemplos dentro da internet e mídias sociais que ajudam a enfraquecer a saúde de crianças, adolescentes e até mesmo de adultos.
Conforme uma frase atribuída a Albert Einstein, cientista e físico teórico alemão, “O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”. A afirmação é verdadeira diante das interações cada vez mais modernas, porém mais digitais, individualizadas, com menos empatia e tempo de qualidade.
Vale destacar que, caso atitudes relacionadas às redes socias, plataformas digitais e ao espaço virtual como um todo não mudem em nada daqui para frente, a tendência é viver em uma sociedade refém do estresse generalizado, do esgotamento mental, do sentimento constante de comparação, entre outros prejuízos.
Em adição, é urgente recuperar parte da intereção real, fora do ambiente tecnológico e das telas, bem como retomar conceitos e as práticas de sentimos como tolerância, valorização da diversidade e preocupação com o próximo.
Diante do exposto, é possível afirmar que do momento atual em diante não haverá o fim da tecnologia, contudo é importante que as pessoas saibam identificar suas fragilidades emocionais e tenham esse cuidado também com crianças e adolescentes, a fim de saber o momento de buscar apoio mental, cuidando de si e daqueles ao seu redor, se conseguirem.
Por fim, outras atitudes importantes que cabem para amenizar a rivalidade em questão são: restringir o tempo de uso de recursos eletrônicos, incentivar o convívio ao ar livre, além de atividades que despertem a criatividade e outros sentidos a partir de recursos como música, jogos em grupos ou pintura.