Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 04/12/2025
No século vinte e um, a tecnologia é uma ferramenta de extrema importância para o dia a dia dos brasileiros. Contudo, a saúde mental destes vem sendo afetada por alguns males causados por ela. Assim, surge dois temas: o uso exessivo de redes sociais e o declínio do convívio social.
Inicialmente, as tecnologia vieram com a intenção de facilitar o cotidiano, por exemplo, com maneiras de entrar em contato com parentes distantes. Entretando, com essas inovações nasceram redes sociais como o “TikTok” e “Instagram” que gozam de conteúdos sem utilidade com vidas abastardas de luxo e beleza. Sob esse viés, os trabalhadores formais perdem suas poucas horas vagas, que poderiam ser utilizadas para estudar e se profissionalizar, nessas redes acarretando problemas de visão por uso no escuro, estresse celebral por estímulos contínuos, e até depressão por comparações superficiais com realidades de uma seleta parcela da população. Por conseguinte, o uso dessas inovações tendem a ser mais prejudiciais à adolescentes e jovens adultos - com base na OMS, Organização Mundial de Saúde - que ainda estão formando suas éticas e parametros.
Ademais, nossa espécie sempre foi sociável e esparava-se que essa cultura permaneceria inalterável. Todavia, dados da Agência Brasil - Agência pública de notícias - informa que cerca de vinte e um por cento dos jovens, entre treze e vinte nove anos de idade, sentem-se sozinhos mesmos conectados globalmente. Nesse sentido, por falta de laços afetivos fortes eles acabam privando suas angustias, até mesmo dos seus pais, ocasionando problemas de saúde mental, doenças crônicas e mortes precoce. Inevitavelmente, com a permanencia da atenção dos responsáveis (adultos) direcionada para as telas, estatísticas como essa irão se intensificar.
Por fim, é urgente uma ação por parte dos responsáveis legais limitarem o uso das telas, por meio de horários fixos para o uso on-line. Para que, os jovens possam crescer sem influencias externas prejudiciais. Simultaneamente, o Governo Federal, responsável por diretrizes e financiamento voltado ao bem-estar sociocultural, deve implementar eventos culturais e educacionais visando fortalecer as relações pessoais da sua população.