Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 31/03/2026
O empresário Steve Jobs afirmou que a tecnologia move o mundo. No entanto, embora essa ideia se reflita na sociedade contemporânea, marcada pelo intenso avanço tecnológico, sobretudo nas áreas da medicina e da engenharia, observa-se que o uso excessivo de dispositivos digitais tem contribuído para o aumento de problemas de saúde mental na população, como depressão e dependência de redes sociais. Nesse contexto, destacam-se o sedentarismo e a depressão
como fatores agravantes dessa problemática, o que demanda intervenção imediata.
Primeiramente, é notório que o uso excessivo de tecnologia tem afetado muito a saúde mental dos brasileiros causando como principal consequência o sedentarismo. Nessa perspectiva, temos visto uma população passando muito tempo conectada às redes sociais, reduzindo atividade física. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) “saúde é o estado completo de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença” mostrando que a falta de cuidado com a saúde mental leva a sérios problemas. Logo, a falta de atividade física leva ao sedentarismo por vezes pelo vício em redes sociais, que traz como consequência a obesidade e a ansiedade.
Ademais, é evidente que o uso excessivo de redes sociais pode resultar em depressão, uma vez que favorece o isolamento social. A ficção cinematográfica “Não Vivo Sem Você” evidencia essa problemática ao retratar Marcos, um indivíduo dependente das redes sociais que acaba perdendo sua família. Dessa forma, a obra reflete a realidade contemporânea, na qual muitas pessoas se afastam do convívio social, fator que contribui para a fragilização da saúde mental e o desenvolvimento de quadros depressivos.
Portanto, o Governo Federal encarregado de promover o bem-estar dos Estados e Municípios, deve, por meio de projetos de lei e repasse de verba, realizar campanha de conscientização e apoio a pessoas dependentes de tecnologia realizando grupos de apoio, e ajudando a retomar o convívio social. Dessa forma, estaremos mais próximos de alcançar os ideais de igualdade harmonia.