Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 25/09/2024
Com o passar dos anos a tecnologia consolidou-se na sociedade. As novas gerações são estimuladas ao uso, de princípio como forma de distração, consequentemente gerando um vício. Por isso as doenças mentais estão afloradas no começo do século XXI, pois o uso das redes sociais estão sendo abusivos por parte da população jovem. Essas mídias não promovem, com maior relevância, conteúdos literários e sobrecarregam a consciência.
O consumo de conteúdos sem valor teórico está gerando cidadãos alienados. Segundo o psicólogo Fernando da Veiga, os sentimentos estão com valores contrários, sendo a aparência e o poder aquisitivo sinônimos de inteligência. As revoluções na cronologia da literatura, mostram que os grandes autores lutaram contra os moldes aparentes da sociedade. Dessa forma, esse quadro de conformidade apresenta uma queda na mudança intelectual, criando pessoas sedentárias, midiáticas e compulsivas.
Ademais, o consumo desenfreado da tecnologia sobrecarrega e enfraquece a mente. Dados retirados da página Umbrasil, cofirmam que o uso excessivo de aparelhos eletrônicos é um caso de saúde pública. A constante busca por entretenimento e prazer não conversa com a evolução mental. Portanto, o vício nas redes virtuais dificulta o começo de novas ações, prendendo o usuário e consolidando um quadro de sedentarismo intelectual.
Em suma, o uso incorreto da tecnologia empobrece a sociedade. O corte da população mais jovem das redes sociais deve ser estimulado pelo Governo, restringindo os usuários por sua faixa etária. Os governantes, como ato intelectual, devem entrar em acordo com os diretores das mídias e realizarem a restrição no meio digital. Diminuindo dessa maneira, uma parcela do vício tecnológico. Dessa forma a população juvenil terá tempo para fazer algo seja não estar conectado em algum dispositivo com internet, proporcionando um melhor cotidiano para os cidadãos.