Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 26/09/2024
Com o passar dos anos, a tecnologia digital está consolidada na sociedade. As novas gerações são estimuladas ao uso, de princípio como forma de distração, consequentemente gerando um vício. Por isso, as doenças mentais estão afloradas no começo do século XXI, pois o uso das redes sociais e outras áreas virtuais estão sendo abusivos pela população jovem. Essas mídias não promovem, com maior relevância, conteúdos literários e sobrecarregam a consciência.
Haja vista que, o consumo de conteúdo sem valor teórico está gerando cidadãos alienados. Segundo o psicólogo Fernando da Veiga, os sentimentos estão com valores contrários, sendo a aparência e o poder aquisitivo sinônimos de inteligência. Dessa forma, com a inversão de princípios e o descaso com o conhecimento essencial, a tecnologia está promovendo uma mudança negativa na mentalidade das pessoas, sedentarizando a intelectualidade e alienando, por meio da velocidade digital, e do tempo desperdiçado pelo usuário com entretenimento.
Ademais, o consumo excessivo das redes virtuais sobrecarregam e enfraquecem a mente. Dados retirados da página Umbrasil, confirmam que o uso excessivo da tecnologia é um caso de saúde pública. Dessa forma, o prazer proporcionado pela internet leva a pessoa voltar novamente àquele ambiente. Esse quadro de apego tecnológico gera um sedentarismo intelectual, que segue a correnteza contrária para com a filosofia, empobrecendo o indivíduo e o incapacitando para o futuro, pois a falta de conhecimento promove a alienação da verdade.
Em suma, o uso incorreto da tecnologia empobrece a sociedade. O corte da população mais jovem das redes sociais, deve ser etimulado pelo Governo, restringindo os usuários por sua faixa etária. Os governantes, como ato de intelectual, devem entrar em contato com os diretores das mídias e realizar a restrição no meio digital. Dessa forma, a população juvenil terá tempo para fazer algo que seja não estar conectada no smartphone, promovendo uma queda na falta de conhecimento. Consequentemente, novos interesses surgirão, levando a uma mudança nos quadros de ignorância teórica.