Tecnologia e saúde mental: rivais ou aliadas?
Enviada em 12/10/2024
“A instatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação”. A afirmação, atribuída ao dramaturgo Irlandês Oscar Wilde, pode ser apli- cada às consequências da tecnologia para a saúde mental, já que é a falta de incô- como social que consolida como um regresso para a nação brasileira. Assim, a ba- nalização midiática e as crianças nas telas contribuem para essa problemática.
Primeiramente, vale ressaltar que a banalização midiática assola o país. Nesse sentido, quando se trata da saúde mental junto com a tecnologia, a mídia se mos-tra numa bolha que acaba se tornando um meio de influência para a população. Nesse viés, o sociólogo Émile Durkheim diz: “O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto que está inserido…”, reforçando a ideia de que as informações acerca do assunto estão escassas, o que acaba gerando um distruidor da saúde mental, ou seja, a mídia por está inserida na tecnologia, oculta problemas que estão sendo enfrentados no Brasil.
Além disso, é notório que as crianças são inseridas nas telas cedo demais, o que acaba construindo um jovem com problemas e viciado na internet, dessa forma, a tecnologia vira um rival para a saúde mental. Dessarte, no Brasil, ficou “normaliza- do” pais introduzirem telas oas filhos, pois, segundo eles, as crianças se ‘acalmam’ e ficam ’entretidas’, matéria exbida pela TV Record. Mas, na verdade, as crianças se tornam dependentes e agressivas. Outrossim, debater é crucial.
Portanto, é de suma importância que sejam tomadas medidas para que a tecno-logia não se tornem rivais de saúde mental no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Esta-do - ente administrativo de determinado território e atendimento à população- pro- mover meios de incentivos para dias sem tecnolgia, por meio de palestras e cam-panhas, a fim de cuidar da saúde mental para que ela se torne uma aliada. Desse modo, logo, estaá fazendo jus às afirmações de Oscar Wilde.