Tecnologia e seu impacto na democracia brasileira

Enviada em 15/05/2018

A comunicação sempre foi um meio muito utilizado para fins de protesto, não só no Brasil, como também em todo o mundo. Antes, em território brasileiro, eram usados jornais, canções, pinturas e esculturas como forma de manifestação para reivindicar algumas misérias sociais. Hoje, no entanto, devido à globalização, a ferramenta é outra: a internet.

À primeira vista, deve-se ater ao crescimento exponencial do uso da internet no Brasil. Segundo uma matéria publicada pelo site “G1”, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) afirma que mais de 110 milhões de pessoas, no Brasil, têm acesso à internet, sendo que no país há um pouco mais que 200 milhões. Essa grande “massificação” com acesso aos dado móveis proporciona um maior vínculo de informações dentre todos os brasileiros, independentemente da região, tornando-os mais informados sobre o desenvolvimento socioeconômico da nação.

É com esse grande povoamento nas redes sociais que os maiores protestos começam a nascer no Brasil. Um dos aplicativos recentemente mais utilizados para promover protestos, tanto virtuais como físicos, é o Facebook. A simplicidade e agilidade que certos aplicativos fornecem somente facilita a disseminação da coesão entre os reivindicadores. Um grande exemplo ocorrido no Brasil foi quando o Governo afirmou que haveria acréscimo do valor na taxa dos transportes públicos. Foi com esse acontecimento que o Brasil teve uma das maiores manifestações de sua história, sendo ela criada, inicialmente, no âmbito virtual.

Com essas informações supracitadas, evidencia-se a suma importância da tecnologia no meio democrático. Portanto, desenvolver ainda mais o meio virtual, a população deve se empenhar. Por exemplo: engenheiros da computação que se sintam incentivados a reivindicar os direitos da população devem utilizar seus conhecimentos para aprimorar as ferramentas virtuais; jornalistas e publicitários devem investigar caso e publicá-los a fim de deixar toda a população consciente sobre o que acontece. Deve-se, por fim, reivindicar de maneira eficaz, mas pacífica.