Tecnologia e seu impacto na democracia brasileira
Enviada em 19/08/2017
Mais de 107 milhões de brasileiro tem acesso à Internet. Tal fato merece destaque e deve ser observado a a parti da emergência da Internet e da participação direta do cidadão na política mediante o uso das novas tecnologias. Entretanto, estas transformações afetam não somente o modo substancial das relações sociais, mas também o funcionamento das atuais instituições e estruturas políticas. Urge, pois, que sejam realizadas medidas eficazes no incentivo a tecnologia assistivas, de modo a tornar mais democrática a disposição dos meios virtuais.
Nesse contexto, o sociólogo e educador Paulo Freire afirmou ser a revolução digital um dos mais poderosos instrumentos de benefício ao ensino. De fato, além de ampliarem as possibilidades de transmissão do conhecimento do indivíduo, as ferramentas tecnológicas fornecem aos indivíduos uma grande quantidade de informações, tornando-os aptos para discernirem sobre vários temas. Além disso, a utilização de novas tecnologias de informação e comunicação tem sido uma ferramenta importante não apenas no sentido de nos relacionarmos com pessoas do mundo inteiro, mas também por possibilitar um acompanhamento das atividades do poder público em suas mais diferentes áreas.
Em contrapartida, é válido ressalta que os novos meios tecnológicos reinventaram o fazer democrático, como o surgimento de novas e eficazes ferramentas de participação popular, inclusive no que dez respeita a possibilidade do cidadão colaborar com o poder público e acompanha suas ações. Ademais, muitas instituições ainda carecem de um serviço tectológico de qualidade, fator que apresenta as desigualdades existentes, acentuando a exclusão digital. Nesse sentindo, os novos meios de comunicações possibilita ao público um acompanhamento mais amplo a respeito da economia e desenvolvimento do país.
Destarte, é imprescindível uma sinergia do Governo e da Escola para a construção de um aprendizado amparado pelas ferramentas digitais. Para tanto, ao Governo cabe uma maior disponibilização de verbas para a formação de um aparato tecnológico de qualidade nas instituições públicas, diminuindo a exclusão digital. Ademais, é dever da escola a capacitação tecnológica de seu corpo docente, tornando-o capaz de acompanhar as inovações digitais e de bem orientar as aulas nesse processo. Isso pode ser feito através de realização de palestras e debates com especialistas, definindo os limites e os modos de atuação dos educandos no campo virtual.