Tecnologia e seu impacto na democracia brasileira

Enviada em 18/09/2017

O ser humano, dotado de sua inteligência, buscou formas durante toda a história de vencer os obstáculos impostos pela natureza. Dessa forma, foi desenvolvendo e criando instrumentos tecnológicos com o objetivo de superar dificuldades. Contudo, certos excessos vai gerar um individualismo exacerbado, temendo o que Einstein já dizia: uma geração de idiotas.

É evidente, a globalização é uma consequência da modernidade que vem contribuindo massivamente para o impulso tecnológico. Fato que temos por sustentação, o ‘‘Boom’’ dos séculos XVIII e XIX a partir da Revolução Industrial transformando espaço-tempo, onde antes, a complexidade do ‘‘quebra-cabeça’’ vai gerar um processo de interdependência quase que natural. Aquele trabalho e/ou serviço que anteriormente durava horas, passa a durar até mesmo minutos.

Não obstante, constantemente somos bombardeados por hiperinformação online. Basta um simples aparelho em mãos com conexão à internet e pronto, estamos sendo alienados. Isso não ocorre diferentemente no Brasil, que vive processos parecidos em sua maioria com jovens/adolescentes que vem se perdendo pelo uso excessivo de tecnologias, pelos sistemas falidos que vivemos; sejam políticos, sociais ou econômicos. Vem se tornando raro o contato cara a cara, pelo fato de nos isolarmos de tudo e de todos frente aos aparatos científicos.

Em virtude do que foi mencionado, é indubitável que as tecnologias são indispensável em nossas vidas, nos auxiliando e orientando. Por isso, carece nós buscar o aprimoramento do intelecto individual, o qual temos por papel o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e empresas como o SENAI. Que, em conjunto com escolas, ministrando atividades extracurriculares e cursos de capacitação apoiado com infraestrutura local propondo uma maior interação social com trabalhos em grupos agregando valores com um leque de oportunidades no mercado de trabalho.