Tráfico de drogas e violência urbana

Enviada em 18/10/2024

Segundo o geógrafo Milton Santos, a democracia só é eetiva quando se atinge a totalidade do corpo social, ou seja, na medida em que os direitos são desrutados por todos. Nesse sentindo, observa se qe tal sistema político não se efetivou já que o tráfico de drogas e a violência urbana continam a assolar todo o território brasi- leiro. Com base nisso é válido ressaltar os principais motivos para essa problemá- tica, entre elas, o “colonialismo incidioso” e a inoperância governamental.

Nesse contexto, é fundamental entender como o tráico de drogas e a violência urbana cresce à medida que raìzes desiguais são mantidas. Isso acontece porque, segundo o sociólogo Boagventura de S. Santos, há hoje uma espécie de " colonialis- mo incidioso, em outras palavras, uma forma de dominação ainda mais pervesa que se disarça em meio a conquistas sociais como a constituição cidadã de 1988, mas mantém a maior parte da população a mercê do narcotrárfico e da crueldade das cidades, já que muitos desses direitos não são efetivados.

Outrossim, observa-se que a inoperância governamental no setor de segurança agrava a problemática do tráfico de drogas e violência urbana no Brasil. Nesse vi- és, segundo o escritor Gilberto Dimenstein, na sua obra “cidadões de papel”, a cida- dania brasileira muitas vezes limita à teoria sem aplicação na prática. Em sìntese, apesar de existirem leis especíicas para o combate ao narcotráico e a segurança nas cidades, muitas delas sequer são conhecidadas pela sociedade, visto que o governo é limitado quanto a execução dessas normas. Dessarte, ações governa- mentais devem ser tomadas para mitigar esse problema.

Portanto, medidas são imprescinidíveis para resolver essa problemática. Visto isso, segundo o governo federal ( órgão responsável pela administração em todo o território) deve realizar um Plano Nacional de Combate ao Tráfico de Drogas e a Violência Urbana, com foco na desestruturação do “colonialismo incidioso”. Essa ação deve ser feita por meio do aumento do contigente do policionamento, com foco na aplicação prática das leis, a fim de diminuir o narcotráfico e a insegurança nas cidades, assim, efetivando a democracia brasileira.