Tráfico de pessoas: os desafios do combate na sociedade brasileira

Enviada em 09/06/2023

Tráfico de pessoas, mas também conhecido como “escravidão contemporânea”. Já ganhou o título pelas Nações Unidas como um dos maiores desafios do século XXI. Nesse sentido, tal panorama promove grandes medos nas populações pela dificuldade de combater esse crime atualmente. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios para a sociedade contemporânea, como o alto número de procuras de novas oportunidades trabalhistas a partir da ‘internet’ em países internacionais. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: a falta de participação do setor securitário mundial com esse tipo de caso e a escassez de instruções por parte do governo para a população combater essas ocorrências.

Diante desse cenário, o número de tráfico de pessoas conforme o “G1 portal de notícias da rede Globo” é complexo de citar, pois, é um dos crimes mundiais mais difíceis de combater, pois, muitos são em carcere, ou as pessoas não possuem o conhecimento sobre seus direitos. Assim, ficam a mercê das circunstâncias. A partir disso, é notório a falta de segurança mundial, pessoas vão para países internacionais, diferentes dos da sua origem para novas oportunidades de emprego, mas acabam caindo em armadilhas perigosas.

Ademais, notícias sobre esses casos ainda são pouco divulgadas na atualidade. Por isso, a sociedade fica sem o conhecimento prévio de como não cair nessas armadilhas, e pensam que vão ter uma vida social e economicamente melhor, mas acabam se surpreendendo e mudando para ainda pior o quadro de suas vidas. No contexto geral, o governo atua com fragilidades em divulgações sobre esses temíveis casos, não orientando a população.

Diante do exposto, é perceptível a necessidade de solucionar as problemáticas. Logo, a ONU (Organização das Nações Unidas), precisa estabelecer novas leis e fiscalizações para a entrada de pessoas em novos países. Para isso, é necessário estabelecer um acompanhamento de uma autoridade local, durante um período, para poder assegurar este cidadão de casos como: exploração sexual, tráficos de seres humanos, trabalho forçado e até mesmo para evitar extrações de órgãos ilegais. Dessa forma, evitaram todas essas adversidades.