Tráfico de pessoas: os desafios do combate na sociedade brasileira
Enviada em 22/07/2023
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberando com ênfase na prática quando se observa o tráfico de pessoas os desafios de combater na sociedade, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas administrativas para combater o De maneira geral, o tráfico de pessoas consiste no ato de comercializar, escravizar, explorar e privar vidas, caracterizando-se como uma forma de violação dos direitos humanos por ter impacto diretamente na vida dos indivíduos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre a sua função de garantir que os cidadãos usufruam de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o tráfico de pessoas é o terceiro negócio ilícito mais rentável em todo o mundo, logo depois das drogas e das armas. Essa prática não exclui nenhum país, nem indivíduos, mesmo que mulheres, crianças e adolescentes sejam as principais vítimas, como impulsionador do Brasil. Segundo o crime que afeta muitas pessoas em todo o mundo. De acordo com dados do Disque 100, de janeiro de 2020 a junho de 2021, foram registrados 301 casos de tráfico de pessoas no Brasil. Destes, 50,1% são crianças e adolescentes e outros 24,9% mulheres. Diante de tal exposto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermedio de slaide, pesquisas, apresentação para as pessoas sabere que isso acontece no brasil que e fundamental. Assim, se consolidará uma sociedade mais positiva, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.