Tráfico de pessoas: os desafios do combate na sociedade brasileira
Enviada em 29/10/2023
Apartir do século XV, durante o período Colonial, os negros africanos eram submetidos ao trabalho escravo, os quais era sequetrados e trazidos às Américas através do tráfico negreiro. De maneira semelhante, essa realidade se aplica ao contexto brasileiro, uma vez que os impasses para combater o tráfico de pessoas têm aumentado exacerbadamente, o que compromete a vida dos mesmos. Sob esse viés, tem-se a omissão estatal, em consonância à falsa exposição midiática, como principais fatores instigantes.
Diante desse cenário, é importante pontuar as condutas negativas devido à negligencia governamental. Segundo o Artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos (D.U.D.H), ‘‘Todos seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos’’. Entretanto, embora o Brasil possua um sólido aparato legislativo, ele é demagógico, restrito apenas em plano teórico, visto que muitos cidadãos são comercializados e forçados ao trabalho análogo à escravidão. Assim, faz-se necessário medidas para a contenção desse cenário, já que esses indivíduos além de perder seus direitos, possuem uma vida totalmente conturbada.
Ademais, vale salientar a má interação das mídias, haja vista que muitas pessoas são enganadas nas redes sociais. De acordo com o filme ‘‘7 prisioneiros’’, disponível na Netflix, retrata a vida de jovens que saem do interior em busca de melhores condições de vida, e acabam sendo obrigados à trabalhos forçados. De modo parecido, muitas pessoas são lubridiadas nas redes sociais, no qual o infrator garante ótimas condições de emprego e salários altíssimos, mas na verdade escraviza essas vítimas no âmbito laboral. Destarte, ações devem ser criadas para a superação dessa problemática.
Fica exposta, portanto, a necessidade de reduzir o transporte ilegal de cidadãos. Para isso, urge que o Governo Federal -cuja função é visar o bem coletivo- em parceria com o Poder Judiciário, fiscalize a população, e busque punir aqueles transgressores, por meio de multas severas, e em maiores casos à cadeia. Além disso, cabe a sociedade, analisar de forma detalhada, as propostas apresentadas, e em caso de suspeita, denunciar, a fim de acabar com esses atos, e possibilitar vida digna às vítimas. Feito isso, a nação seria oposta da realidade vivenciada em 1500.