Tráfico de pessoas: os desafios do combate na sociedade brasileira

Enviada em 03/07/2025

Embora a escravidão no Brasil tenha sido encerrada em 1888 a prática do tráfico humano ainda é recorrente na contemporaneidade. Por essa ótica, o tráfico de pessoas persiste sendo uma realidade dentro do território brasileiro e tem por finalidade o lucro sobre o transloque ilegal de outras pessoas, principalmente mulheres e meninas, afirma o IBGE. Desse modo, a falta de visibilidade dessa mazela e a inércia governamental - para combater esse crime - são os príncipais desafios para o combate do tráfico de pessoas na sociedade verde e amarela.

Em uma primeira análise, a falta de mídia voltada para cobrir esse crime dificulta o seu enfrentamento. Dessa forma, uma reportagem publicada pelo Portal CNM - a partir da pesquisa de Leonardo Sakamoto - afirma que, a mídia age de forma passiva sobre a temática do tráfico humano, apresentando poucas investigações e detalhes sobre o crime. Por fim, a invisibilidade midiática dessa problemática atua como o príncipal desafio para o combate do comércio humano, incapacitando que a população enxergue a profundidade do problema.

Outrossim, a passividade do orgão gestor da nação sobre o enfrentamento do tráfico de pessoas garante um ambiente promissor para a continuidade dessa prática. Análogo a isso, o Brasil serve como destino, ponto intermediário e ponto de partida para esse crime, exportando e recebendo pessoas tráficadas, afirma o Jornal da USP. Em síntese disso, a inércia governamental sobre a comercialização de seres humanos realça a dificuldade do combate ao tráfico humano, colaborando para a deshumanização das vítimas.

Portanto, Cabe ao governo federal, juntamente das grandes empresas midiáticas, cobrir matérias sobre essa mazela popular, buscando conscientizar a população sobre as consequências dessa prática, e fiscalizar as fronteiras nacionais e estaduais para impedir a entrada e saída de humanos mercantizados. Em suma, a invisibilidade do tráfico de pessoas na atualidade e a inércia governamental para coibir essa prática são os prícipais desafios para o combate dessa problemática.