Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 27/10/2021

No filme Carga Explosiva, dirigido por Corey Yuen, é abordado sobre o tráfico humano, onde um transportador de encomendas realiza trabalhos em que se inclui o transporte ilegal de pessoas. Fora da ficção, o comércio ilegal de pessoas ocorre de forma sorrateira e constante, trabalho onde é violado a liberdade do indivíduo e sua segurança. Desse modo, esse cormécio ilegal se torna perigoso para a vida da vítima e viola seus direitos básicos, muitas vezes facilitado pela falta de vigilância, tanto governamental quanto do indivíduo ou os responsáveis por ele.

De acordo com o último Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas da Organização da Nações Unidas (ONU), de 2018, mais da metade dos caso de tráfico de humanos (51%) são relacionados à fatores de vulnerabilidade econômica. Diante disso, ressalta-se que muitas pessoas em busca de uma melhor condição de vida, procuram redes de trabalho, como por exemplo: babysitter, agências de modelos ou um trabalho no exterior, e nessa busca, o compromisso de fazer pesquisas mais assíduas sobre o comprometimento dessas agências acaba não sendo realizado, colocando em risco a vida de quem busca um trabalho melhor, por serem essas agências possíveis organizações de tráfico de humanos. Dessa forma, o não comprometimento para verificar a seriedade dessas redes de trabalho se tornam uma rota para que o tráfico de humanos seja cada vez mais frequente e discreto.

Torna-se evidente, portanto, que o tráfico humano no Brasil é um problema que deve ser resolvido. Em razão desse problema, a Secretaria da Justiça e Cidadania em parceria com  a Organização das Nações Unidades (ONU), devem desenvolver projetos contra o tráfico humano mais rígidos e com mais tecnologia, criando programas de identificação que mostrem com uma maior facilidade e detalhes sobre quem está fazendo uma viagem ou imigração para que seja rapidamente identificado um possível caso de tráfico humano. Além disso, A Polícia Rodoviária Federal necessita de um corpo maior de agentes para vistoriar as fronteiras e evitar o contrabando humano. Nesse processo, será possível evitar o comércio ilegal de pessoas e diminuir rapidamente esse tráfico, preservando a segurança de cada indivíduo e acabando com esse crime.