Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 23/10/2021
No filme “Por uma vida melhor”, é retratado sobre a realidade árdua e hostil do tráfico humano, como as pessoas são brutalmente vendidas e exploradas, denunciando esse crime que está em ascensão. Nessa perspectiva, a omissão e a falta de debate sobre o tráfico humano em questão no Brasil, validam o crescimento desse negócio ilítico que é muito rentável para os criminosos.
Nesse contexto, é válido ressaltar que o tráfico humano caracteriza-se como uma forma de violação dos direitos humanos, impactando diretamente na vida dos indivíduos e de suas famílias. Dessa maneira, o ato de comercializar, escravizar, explorar e privar vidas, garantem os poderes dos traficantes sobre as vulnerabilidades das pessoas, desse modo, a omissão desse tipo de crime por parte do governo e das mídias, fortalecem a desinformação da grandeza do perigo e mantém os altos índices do crime no país. Outrossim, essa prática é o terceiro negócio ilícito mais rentável, segundo dados do site Politize.
Em segundo lugar, vale salientar que juntamente com a omissão desse tipo de crime, a escassez de debate sobre a gravidade dos índices de ocorrência do tráfico humano e falta de aconselhamento para as pessoas, certificam a vulnerabilidade dos indivíduos, principalmente crianças e mulheres, como afirmam dados do site Folha Uol. Dessa forma, no filme “Eu sou todas as meninas”, são expostas situações de violência no tráfico humano, desde como acontece até a venda e exploração das vítimas, que busca promover a reflexão sobre o tráfico de pessoas e instigar planos de combate.
Portanto, é imprescindível que o Governo Federal, em conjunto com o Ministério das Comunicações, promova políticas de combate, debate e conscientização, por meio da disseminação nas mídias, planfetos ou outdoors, com informações claras e objetivas sobre os cuidados a serem tomados, modos de se defender e pedir ajuda diante o perigo, propagando o símbolo internacional de pedido de socorro, para que todos saibam fazer e identificar. Assim, garantir maior segurança para as pessoas e reduzir os índices de tráfico humano no Brasil.