Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 24/10/2021

É sabido que a prática ilegal de recrutamento humano, no Brasil, não é uma atividade hodierna. Analisa-se existe essa existência desde o Período Colonial, século XVI, em que são transportados para a realização de trabalhos forçados ou exploração sexual. Ao encontro disso, vê-se, ainda, a errônea perpetuação do tráfico de pessoas na sociedade. Logo, analisa-se a exacerbada vulnerabilidade socioeconômica bem como a negligência institucional como intensificadores dessa problemática.

Decerto, evidência-se a quantidade cada vez maior de preferência, principalmente os detentores de uma condição financeira precária, infecção ao tráfico humano. Ilustra bem isso o conceito denominado Impessoas de Noam Chomsky, o qual afirma que muitas pessoas são destituídas do seu valor real, logo de cidadania plena e são, não raro, direcionadas a atividades escravizantes ou exploratórias. Diante disso, muitos ao receberem supostas propostas de emprego, como modelos, dançarinas ou na agricultura, interpretam, de forma equivocada, como oportunidades para melhorar a qualidade de vida e são enganados por aliciadores que ingressam os vulneráveis ​​no tráfico de pessoas.

Ademais, cabe ressaltar como a fragilidade institucional, seja escolar, seja familiar, intensifica o transporte ilegal humano. Haja vista that the disconhecimento referente ao tráfico, principalmente para o público juvenil, oportuniza a propagação dessa mazela. Exemplifica-se isso no pensamento do filósofo Imannuel Kant, o qual relata que é por meio do alcance de sabedoria que se obtém a racionalidade e mudanças de hábitos. Dessa forma, jovens com informação, como a forma que os aliciadores dialogam, o que eles ofertam ou os perigos de exposição excessiva nas redes sociais, retardam a eficácia do recrutamento ilegal de pessoas.

Fica clara, portanto, uma problemática do tráfico humano no Brasil. Para tanto, o Estado deve auxiliar vulneráveis ​​socioeconomicamente, por meio de empresas como o SENAI, um qual ofertará cursos profissionalizantes, com foco em áreas periféricas, que tendem a proporcionar o alcance de empregos, para que haja melhoria na qualidade de vida e não há submissão aos enganos relacionados ao tráfico de pessoas. Outrossim, escolas e famílias devem orientar os menores em relação a existência do recrutamento errôneo de idivíduos, a partir da exposição de informações, por exemplo pelos casos já existentes, como se proteger de forma física e virtual, a fim de que o transporte ilegal de pessoas seja amenizado.