Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 24/10/2021
Na novela “Salve Jorge” a personagem Morena tem sua vida totalmente mudada após ser vítima do tráfico humano. Fora da ficção, a realidade apresentada não é diferente, visto que o tráfico de pessoas ainda é muito presente na sociedade contemporânea. Isso ocorre tanto pela omissão dos Estados, quanto pelo processo de globalização.
É necessário analisar, a priori, a peteriação dos países como um entrave alarmante para a resolução d problemática. A filósoa Hannah Arendt com o conceito “A Banalidade do Mal” afirma que o pior mal é aqule visto como algo corriqueiro. Haja vista que, milhões de pessoas são traficadas, sendo submetidas a tortura, estupro, abuso sexual e escravidão, porém muitos países, em especial o Brasil, carecem de programas sociais e atuação nesses casos. Nesse sentido, é inadmssível que tal empecilho continue a se perpetuar na sociedade.
Cabe ressaltar, outrossim, que mais um fator responsável pela persistência do problema é a globalização. De acordo com o filósofo Karl Marx “o capitalismo gera seu próprio coveiro”. Ou seja, o desenvolvimento do capitalismo e suas crises geram seu próprio colapso. O homem vem priorizando seu lucro em detrimento de valores humanos e morais. Dessa maneira, é de suma importância que medidas sejam tomadas para que tal problema não continue a se perpetuar.
Infere-se, portanto, que o tráfico humano representa um desafio ainda muito presente na sociedade brasileira, e precisa ser enfrentado rapidamente. Logo, o Governo Federal deve promover um meio de comunicação com companhias aéreas, em especial, para que os funcionários sejam treinados para identificar possíveis tráficos de seres humanos. Além disso, o Ministério da Educação, juntamente com as mídias sociais deverão criar palestras e cartilhas de conscientização, por intermédio dos meios de comunicação digital, a fim de alertar sobre esse crime. Dessa forma, os problemas serão amenizados, todos poderão desfrutar de seus direitos, e o caso de Morena não passará de mera ficção.