Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 01/11/2021

No Brasil, o tráfico humano se remete dos tempos de sua colonização com a chegada dos negros que, eram cometidos a escravos e contrabandeados em favor de tarefas tarefas como: trabalho forçado, prostituição, ou até mesmo reprodução dos mesmos, para que, ao final de todo o processo, fizessem a venda de crianças para obter lucros. Infelizmente, uma narrativa não destoa muito da realidade, na qual pessoas são enganadas com falsas promessas de um futuro melhor e acabam caindo em uma armadilha. Assim, mostra-se relevante pensar nesse tema, uma vez que uma negociação silenciosa e a facilidade da tecnologia configuram as maiores problemáticas desse cenário.

Primordiamente, é valido destacando que a negociação de humanos é feita de forma silenciosa, haja vista a dificuldade da Justiça Federal casos. Todavia, é fundamental acabar com esse mal que afeta homens, crianças e mulheres. Nesse sentido, consoante a Organização Internacional do Trabalho: cerca de 42% do tráfico é sexual, afetando- principalmente- mulheres pobres e de baixa escolaridade, como quais são iludidas por ofertas gananciosas de empregos pelos traficantes, logo, são traficadas em território nacional ou internacional. Nota-se, portanto, que a falta de informação ajuda a disseminação desse problema, pois, informar é um método essencial para evitar e combatê-lo.

Em segunda análise, pode-se mencionar que há uma facilidade, cada vez maior, de abordagem desses criminosos. Segundo dados divulgados pela ONU, a maioria das vítimas são abordadas em sites como o Facebook, o qual idade como uma ferramenta ao dar “brechas” em seu sistema para a criação de páginas que divulgam os “serviços” desses traficantes de pessoas. Seguindo essa linha de raciocínio, tornou-se aterradoramente claro que nossa tecnologia ultrapassou a nossa humanidade.

Portanto, é necessário que medidas sejam retiradas para a resolução do impasse. A Justiça Federal compete promover investigações- haja vista a importância dessa ferramenta em descobrir os negócios silenciosos- às ações suspeitas, com a forma de combater sequestros. Além disso, as mídias sociais devem contratar funcionários para monitorar as postagens irregulares e retirá-las de circulação. A partir disso, as redes sociais devem cumprir seu papel de mídia civilmente responsável, um fim de que o tecido social brasileiro se desprenda de certos tabus. Somente assim, será possível dar fim ao tráfico humano em questão no Brasil.