Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 15/11/2021
Segundo a Lei da Inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne ao tráfico humano no Brasil, que segue sem uma intervenção que a resolva. Nesse sentido, torna-se evidente como causas ,tanto a supremacia de interesses mercadológicos quanto ao silenciamento.
Em primeiro plano,a supremacia de interesses mercadológicos se mostra como uma das causas do problema. Para a filósofa, Simone de Beauvoir,não há crime maior que reduzir um ser humano à condição de objeto.Porém,tal objetificação está presente no tráfico de humanos no Brasil,visto que consiste em comercializar,explorar,escravizar e privar vidas.Violando os direitos humanos.Assim,a priorização do capital precisa ser substituída por uma lógica humanitária.
Além disso,outro ponto relevante,nessa temática,é o silenciamento . O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno do tráfico de humanos, que tem sido silenciado. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre esse problema, sua resolução é impedida.
Portanto,medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Para isso, o Instagram deve criar uma campanha contra o tráfico humano, por meio de tutoriais com orientações precisas, a fim de reverter o silenciamento que impera. Tal ação pode, ainda, ser divulgada com uma “hashtag” para atingir mais pessoas. Paralelamente, é preciso intervir sobre a supremacia de interesses mercadológico presente no problema.