Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 16/11/2021

De acordo com a Constituição Federal de 1988 garantir a segurança é responsabilidade do Estado e de toda a sociedade. Entretanto, na atual conjuntura brasileira existe um problema de segurança pública, o tráfico humano. Dessa forma, ele ocorre devido a negligência do governo e da falta de ética dos cidadãos.

Primeiramente, é evidente que a fiscalização de crimes é falha no Brasil. Apesar, do Estado ser responsável pelo controle das pessoas e da paz civil, como afirma o filósofo Tomas Hobbes, isso não se concretiza efetivamente, visto que diversas pessoas são tráficadas anualmente no país. Dessa maneira, o Estado não fiscaliza com rigor os casos casos de tráfico, permitindo que isso ocorra sem tomada de ação preventiva. Assim, esses indivíduos são privados do seu direto de liberdade e submetidos a ativadades degradantes sob ameaça.

Ademais, é notório o sofrimento de outras pessoas em prol do bem indivídual. Nesse âmbito, percebe-se que a sociedade está acometida pela banalidade do mal, exposta pela filósofa Hannah Arendt, que discorre sobre como diversas formas de maldade, violência e opressão tornam-se comuns a ponto das pessoas não se surpreenderem com essas ações. De forma análoga acontece no tráfico de pessoas, tendo em vista que seres humanos são expostos à condições de trabalho escravo ou exploração sexual, os explorados não se dão conta do imenso mal que estão realizando a outro ser. À vista disso, essa situação é inadmissível, haja vista que desenvolve traumas nos tráficados.

Logo, esse cenário precisa ser alterado. Portanto, é fundamental que o governo fiscalize com maior rigor o tráfico humano, por meio do controle da saída de pessoas nos aeroportos e pela inteligência policial, que investiga os casos com ação preventiva. Desse modo, tem como objetivo atenuar os casos de tráfico de pessoas e garantir maior segurança a população.