Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 17/11/2021
A busca incessante por lucros pode levar o ser humano a ultrpassar os limites éticos, um exemplo disso é o tráfico humano. Assim sendo, se existem pessoas sendo exploradas seja sexualmente, tranalhando em condições insalubres ou sendo vendidas, essa conjuntura é consequência do capitalismo exacerbado. Ademais, a pobreza de alguns é o pricipal motivo para o aliciamento dos criminosos. Logo, o tráfico de pessoas é consequência da ganância pelo capital e da falta de oportunidades.
A priori, Karl Marx afirmava: “No capitalismo tudo é mercadoria’’, sua máxima permite concluir que às vezes o próprio ser humano é um produto. Sob essa perspectiva, a escravidão de indígenas e africanos foi praticada por causa da ambição da metrópole portuguesa, tal processo histórico torna evidente que a perseguição pelo ganho financeiro pode ir contra os princípios morais, uma vez que transforma seres humanos em mercadorias. Portanto, o Brasil possui uma raiz histórica que perdura até os dias atuais.
Outrossim, foi descoberto a exploração de peruanos em fábricas de tecidos em São Pauo em 2015. Esse cenário é possível, pois o Peru é um país mais vunerável economicamente, o que torna o Brasil um local atrativo para aqueles que não possuem oportunidades e uma vida digna em seus países de origem. Nesse viés, os criminosos conseguem persuadir esses imigrantes a aceitar qualquer tipo de trabalho.
Em suma, para mitigar o tráfico de pessoas a Polícia Civil e Federal devem realizar operações todos os meses em busca desse tipo de criminalidade nos portos, nas empresas, em propriedades rurais e nas fronteiras. Paralelamente, a União deve promover campanhas contra o tráfico humano por intermédio da criatividade e de imagens chocantes nos meios midiáticos, como: Instagram, canais de televisão e sites oficiais. Só asssim, será possível garantir a dignidade do povo brasileiro e dos imigrantes.