Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 19/11/2021
No quadro expressionista “O grito” do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosferas de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de conquista de não assolados pelo impacto negativo do tráfico humano no Brasil, é amiudamente semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse revés, torna-se crucial analisar como caudas desse revés, dentre os quais se destacam a negligência governamental e desinformação de direitos.
A princípio, é imperioso notar que a indiligencia do estado potencializa ao tráfico humano. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zingmunt Bauman, que as experiências como presentes na sociedade, sem toda via, cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades o tráfico de pessoas tem se tornado um crime persistente pela falta de conhecimento sobre o problema. Nessa perspectiva, para uma refutação completa da teoria do estudioso polonês, e a mudança dessa realidade faz-se necessário uma intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar a desinformação como outro fator que contribui para a manutenção dos interesses ilícitos. Posto isso, de acordo com o filme “7 prisioneiros” relata o cotidiano de indivíduos que aceitaram uma proposta de emprego que faria os mesmos se tornarem escravos do tráfico de himanos. Diante de tal exposto, é preciso que uma sociedade seja mais informadas para assim, evitarem propostas criminosas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Destarte, medidas são necessárias para resolver os problemas sobre oa exploração de pessoas. Para tanto, o Ministério da Educação e o poder Judiciário - que são responsáveis pelas necessidades do povo- reforcem ações que concientizem com palestras sobre a tráfico de pessoas para informar as pessoas sobre os riscos de propostas inseguras; e paralelo a isso, reforcem as leis que atuam em defesa com os direitos humanos por meio de medidas rígidas para os que afligirem. Para assim, os sofrimentos emocionais retratado por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.