Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 26/11/2021

O Brasil tem enfrentado com frequência, problemas sérios e até constrangedores, onde a estatística no ranking mundial sobre o tráfico humano ocupa o quinto lugar. Mesmo diante dessa triste realidade, boa parte dos brasileiros parece não se constranger e, talvez, nem se incomodar, preferindo fica no achismo de que não passa de estória.

O filosofo Karl Max em uma de suas falas diz, “No capitalismo tudo é mercadoria”, podendo assim ter uma visão mais concreta que mesmo em pelo seculo XXI, pessoas são tratadas e codificadas como mercadorias, onde geralmente a classe menos favorecida almeja uma melhora em suas condições, levando consequentemente pessoas a crerem em propostas de emprego, estudo, remuneração – três mazelas fundamentais que servem para ilustrar uma lista bem mais longa.

Considerada a terceira atividade ilegal mais lucrativa do mundo, depois da venda ilegal de armas e drogas, o tráfico humano movimenta bilhões por ano e abrange varias áreas como: mão de obra forçada, exploração sexual e infantil, trafico de orgãos, trabalho escravo, dentre outros. A ambição de capital nas mãos da elite e a busca desesperada por uma vida melhor faz com que mais e mais haja “oferda e demanda” mesmo que muitos não percebam esse paradoxo perverso.

Sabendo portanto da importacia do trabalho na vida das pessoas e dos contrastes existentes no Brasil, deve-se tomar consciência de que o governo junto com as esferas politicas, devem adotar politicas de suporte a familias menos favorecida financeiramente, investir mais em educação, buscando, assim, erradicar a miséria e a existência do trabalho desumano, migração para outros países buscando uma melhor promoção. Além de alertas e conscientizações dos riscos objetivando diminuir os índices do tráfico no brasil.