Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 27/06/2022
O tráfico de pessoas, no Brasil, teve início na colonização do país, quando os negros eram trazidos do continente Africano para trabalhar como escravos. Essa realidade deveria ter tido seu fim com a Lei Eusébio de Queiroz, feita em 1850, visto que ela tinha como intuito acabar com o tráfico. Porém, esse mal ainda persiste na sociedade brasileira. Sendo assim, as questões que levam a esse tráfico são: a situação de vulnerabilidade social e o desemprego existente no Brasil.
Diante desse contexto, parte dos brasileiros vivem em situação de vulnerabilidade social, e isso contribuiu para que o país seja alvo do tráfico humano. Perante o exposto, o Ministério Público Brasileiro (MPB), encontrou Yolanda, uma senhora de 89 anos, que viveu durante 50 anos em uma situação análoga à escravidão, ela estava em uma situação de vulnerabilidade quando a enganaram dizendo que ela trabalharia como doméstica. Nessa perspectiva, a situação vivida pela Yolanda mostra que criminosos que traficam humanos têm como principais vítimas pessoas em vulnerabilidade social. Logo, é importante auxiliar brasileiros que encontram-se em fragilidade social, para que essa realidade do período colonial deixe de acontecer.
Paralelo a isso, o desemprego é um fator que pode agravar o tráfico humano, uma vez que a necessidade financeira pode levar uma pessoa a aceitar qualquer emprego, sem saber as circunstâncias dele. Posto isto, na novela “Salve Jorge”, da Rede Globo, a personagem Morena é vítima do tráfico de pessoas, sendo levada para o exterior com uma falsa promessa de trabalho, ela é explorada sexualmente. Fora da ficção, muitos brasileiros podem ser expostas a essa triste realidade, já que a urgência de um emprego pode fazer com que sejam enganados. Nesse sentido, o desemprego é uma questão que contribui para o tráfico humano no Brasil.
Portanto, há uma questão do tráfico humano no Brasil. Em razão isso, o MPB deve auxiliar as pessoas em situação de vulnerabilidade social e os desempregados a se manter financeiramente, criando um novo programa social, que garanta moradia e cestas básicas a essa população venerável, e também criar empregos para ajudar os desempregados, a fim de haja uma diminuição de pessoas vítimas do tráfico humano, e que casos como o de Yolanda não voltem a ocorrer.