Tráfico humano em questão no Brasil
Enviada em 20/10/2022
Segundo o site “G1”, o número do tráfico de crianças na Europa aumentou consideravelmente após explosão de conflitos na Ucrânia. Apesar das recentes tensões ucranianas, a problemática do tráfico de pessoas não é contemporânea. Desse modo, torna-se urgente a atenção à esses atos criminosos. Assim, faz-se necessário debate, no corpo social, acerca do enfrentamento à ameaça à vida pelo tráfico humano.
Sob essa ótica, a identificação das vítimas do rapto dos indivíduos se dá nos grupos mais vuneráveis do corpo social. Nesse contexto, de acordo com o UNOOC, cidadãs do sexo feminino representam 70% dos que sofreram com o tráfico. Nessa perspectiva, percebe-se a exposição precária que a parcela desprivilegiada (mulheres e meninas crianças) sofre, uma vez que, a exploração se dá nos que estão mais sensíveis aos abusos e violência dos traficantes. Dessa forma, é fundamental o combate ao tráfico de pessoas, sendo de crucial importância para a sociedade, a sua decisiva efetivação.
Em segundo plano, o Estado representa um fator essencial contra os males da comunidade. Nesse viés, segundo o pensador Michael Focault, é dever do Estado a resolução das problemáticas sociais. No entanto, a grande negligência dos governos no que tange à preocupante questão do tráfico de individuos, por carecer de medidas para a sua extinção, é grave. Nesse sentido, o enfrentamento à essa criminosa violência mostra-se excasso, submetendo-a a índices cada vez maiores, uma vez que, é sejeitada ao descaso estatal.
Portanto, intervenções governamentais mostram-se imprescindíveis para a resolução dessa mazela social. Nessa visão, o Estado, juntamente às famílias - primeira instituição social, deve promover medidas de proteção pública, por meio de leis, a fim de que se diminuam os riscos à comunidade e acabe-se com o tráfico humano. Assim, espera-se que a realidade atual se modifique e apresente menos risco à população, sem ameças.