Tráfico humano em questão no Brasil

Enviada em 21/12/2022

Na obra “utopia”, do escritor Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que do que o autor prega, uma vez que o tráfico humano em questões no Brasil, apresentam barreiras, as quais dificultam a centralização dos planos de more. Esse cenário antagônico é fruto tanto da ausência de medidas governamentais, quanto da inferência de leis.

Em primeira análise, evidencia-se ausência de medidas governamentais. Segundo Thomas Hobbs, o estado é responsável por garanti o bem-estar social. Entretanto, é possível apontar uma matéria feita pelo globo, acompanhado pela polícia federal no ano de 2012, que mostra que mais de 300 pessoas por ano eram traficadas para dentro do Brasil, para trabalho escravo. Em consequência disso, a cada ano que passa esse número aumenta chegando hoje em 2022 com cerca de 900 pessoas traficadas por ano. Assim medidas precisão ser tomadas pelas autoridades competente com o fito de atenuar o revés.

Ademais, é Notário a inferência de leis. Conforme a constituição de 1988, prevê em seu artigo 6° o direito a segurança como inerente a todos os cidadãos brasileiros. Nesse sentido é perceptível que o governo aprova pouquíssimas leis para que essa mazela seja corrigida. Em razão disso. Desse modo, fez-se mister a reformulação dessa postura estatal.

Portanto, cabe ao governo federal fazer uma abordagem mais intensa, por meio de criação de novas leis e patrulha em locais de possíveis entradas por onde entram os traficantes de pessoas, fazendo assim com que a segurança seja maior e proporcionando uma liberdade maior para o cidadão de bem. Só assim, ó pais poderá superar tal situação.