Transfobia em debate no Brasil
Enviada em 18/06/2021
Através de pesquisas, percebemos que o Brasil é o país que mais mata transexuais e transgênero, os quais são pessoas que não se identificam com o sexo ou o gênero nascido. Com essa mudança acabam sofrendo agressões ou sendo mortos, por conta da sociedade ao qual não aceita a expressão identitária e acham que uma agressão vão fazer a pessoa se identificar com oque ela não é. E os problemas para enfrentar isso são: Falta de conhecimento e Religiosidade.
Pode-se afirmar que não temos conhecimento algum sobre pessoas trans,a falta de conhecimento é uma das principais vias para a reprodução de padrões de comportamentos transfóbicos, configurados pelo ideário da chamada “heterocisnormatividade”. Não compreendendo a expressão identitária de uma pessoa trans, a pessoa desinformada a caratecriza como algo fora do normal. Mesmo que não haja intenção consciente, a pessoa reproduz o comportamento transfóbico, exercendo e, por vezes, legitimando a violência inerente a esse comportamento.
Além disso grande parte do preconceito sofrido pelas pessoas trans está relacionada ao dogmatismo religioso. Isso porque a postura dogmática pode assumir uma postura intolerável frente aos questionamento de valores e crenças pessoais gerado pelo estranhamento ao outro, pelo confronto com o diferente ou desconhecido. Assim, quando associados aos discursos religiosos, essa postura tende, portanto, à objeção radical dessas pessoas, qualificando-as como “desvios da normalidade” e, desse modo, violentando suas individualidades
Em virtude dos fatos mencionado, devemos debater sobre a transfobia e livre de julgamentos sobre questões relacionadas à transexualidade, até porque e o primeiro passo para a identificação e a conscientização em torno da transfobia. Devemos nos informar, posicionarmos, oferecer oportunidades e ensinar as crianças, sem invadir o espaço dos outros e sempre respeitando as pessoas.