Transfobia em debate no Brasil
Enviada em 22/09/2021
Segundo o Boletim divulgado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), o Brasil registrou 89 casos de assassinato de pessoas trans durante o primeiro semestre de 2020, numero 39% maior do que o do mesmo período de 2019.Destarte, os dados indicam o grande problema da tansfobia no país e como ela afeta diretamente a vida dos cidadãos. Assim, pessoas morrem semanalemente apenas por nao se esquadrarem num falso padrão imposto pela sociedade consevadora e há muitos que são alvos de chacotas e agressões, colocando em dabate a falta de políticas públicas para combater este problema.
Primeiramente, a filosofa Hannah Arandt, em sua teoria sobre a banalidade do mal, falava sobre o comportamente humano ser enraízado e torna-se frequente na medida que se reproduz. Ou seja, se seguirmos o raciocionio da autora, muitos daqueles que comentem crimes contra a populçao trans, são frutos de uma sociedade antiga homofobica e agora transfóbica, porém, o contexto culitural onde cada um se enquandra não deve ser utulizado como desculpa para ofender, agredir e matar alguém. Outrossim, não deve-se justificar a trannforbia em faaores sociais, apesar de muitos se escorarem neste critério. Desra maneira, cada um possui uma forma e se enquada numa maneira de ver o mundo e de se comportar perante ele, não cabe a ningúem jlgar o outro por isso, o que todos devem fazer é respeitar.
Vale também ressalatar que a tranfobia atingiu níveis tãou elevados por conta da ineficienxa e da mmá getsão de políticas públicas, pois até 2019 não havia a criminalização de tais atos, ou seja, muitos cometiam barbáries contra os outros e ficavam impunes, por que não havia uma lei que amparasse estes atos. Sendo assim, o Estado Brasileiro vai vontra a teoria dos fílosofo John Locke, pois está deslegitimando o “contrato social” , considerando que não está garantindo os direitos básicos de segurança a este grupo, os deixando a margem de uma sociedade preconceituosa que valida como certo apenas o que uma maioria conservadora reproduz, neste caso, o cisgênero.
Por fim, cobater a tranfobia é um importante passo na busca por uam sociedade mais igualitáris e repseitosa, por isso é papel do governi criar medidas eficinetes que combatam o problema. Logo, o Ministério da Educação, juntamente com o da Saúde e o de Segurança Pública devem criar um porjeto que vise a educação dos pequenos, atraves de cartilhas, ensinando a repseitar as diferenças. Além de nos potos de saúde oferecerem atendimento psicolóico gratuito e de qualidade para aqueles cidadãos que sofrem preconceito. E por fim a aplicação da lei de forma masi eficiente, investigando e incrimnando aqueles que atentam contra avida ou afzem piadas com os transsexuais. Deste modo, toda a sociedade conseguiria ser atinjida por esse projeto, faznefo com que os casos de tranfobia diminuissem na nação.