Transfobia em debate no Brasil
Enviada em 14/05/2025
O sociólogo alemão Max Weber, defende que os processos e fenômenos sociais são dinâmicos e mutáveis, os quais necessitam ser interpretados para que se extraía sua essência. De maneira análoga, os desafios no debate a transfobia no Brasil é uma questão social pertinente, que urge ser interpretada e resolvida. Diante disso, cabe refletir acerca na análise de como a inércia governamental e o contexto histórico na sociedade brasileira, representam fatores que impulsionam essa problemática.
Nesse contexto, é válido considerar a negligência estatal como principal fator catalisador no debate a transfobia no Brasil. Isso ocorre, pois segundo a pensadora contemporânea brasileira Djamila Ribeiro, é preciso tirar as situações da invisibilidade para que as soluções sejam encontradas. Sob essa ótica, é nítido que falha estatal cometida impulsionam uma forte carência de conscientização popular, devido ao aumento significativo de casos de transfobia na coletividade nacional, intensificado pela inércia governamental, tanto na política como em âmbitos escolares. Dessa forma, por não oferecer notoriedade aos avanços constantes de transfobia na comunidade, o governo permite os desafios supracitados e consequentemente o avanço da problemática.
Ademais, é relevante considerar o contexto histórico como principal promotor dessa dificuldade. Por isso, de acordo com o pensamento de Claude Lévi-Strauss, para compreender uma determinada ação coletiva é necessário analisar o contexto histórico. A partir disso, percebe-se que os índices de transfobia no Brasil aumentam gradualmente nos últimos anos. Logo é notório, que isso retardada a solução do empecilho.
Portanto, são necessárias medidas que visem mitigar os desafios supracitados.
Dessa maneira, é imperativo que o Governo Federal, poder responsável pela inviolabilidade dos indivíduos na sociedade brasileira, atue na criação de campanhas educacionais, que promovam o entendimento sobre a diversidade de gênero, por meio de palestras em âmbitos escolares incentivando à política. Isso deve ser feito, a fim de reduzir o número de hostilidade enfrentados pelos indivíduos. Dessa maneira, a problemática terá seu sentido extraído e interpretado.