Uso de maconha no Brasil: proibir ou legalizar?
Enviada em 02/09/2019
Após a legalização da maconha no Uruguai, o país registrou um aumento no número de homicídios vinculado ao controle dos pontos de venda da droga. A partir disso, é notável que a legalização do entorpecente traria avanços na criminalidade do Brasil, além disso a maconha é prejudicial ao cérebro e cresceria o número de pessoas que visitam prontos - socorros com problemas relacionados ao sistema nervoso. Por conseguinte, a legalização da maconha acarretaria diversos malefícios ao país. Primeiramente, cabe mencionar que após a legalização da maconha, haveria uma diminuição no tráfico da droga. Contudo, a procura pela erva seria maior que a oferta de mercadoria legalizada, desse modo os narcotraficantes se aproveitariam para oferecer vendas ilegais, bem como travar disputas pelo controle desse comércio. Nesse sentido, avanços na criminalidade seriam consequências da legalização do entorpecente.
Ademais, o uso de maconha acarreta efeitos negativos para a saúde mental. Segundo o estudo publicado no American Journal of Psychiatry, adolescentes que usam maconha regularmente podem sofrer danos na capacidade de pensamento. Prova disso, foi a ocorrência no estado do Colorado, EUA, de um aumento de casos de doenças mentais associadas ao consumo da planta, como consequência da liberação de vendas recreacionais do entorpecente em 2014. Logo, a maconha é uma questão de saúde pública.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. O Poder Legislativo deve aprovar um projeto de lei que criminalize o uso da maconha em todos os casos, exceto para fins medicinais em controle de doenças, bem como criar postos de atendimento aos jovens, com psicólogos e psiquiatras e mostrar as várias consequências que a erva provoca. Dessa forma, adolescentes estarão imformados a respeito dos efeitos da maconha e não irão mais querer usar. Só assim, o Brasil será um país que garante qualidade de vida aos indivíduos.