Uso de maconha no Brasil: proibir ou legalizar?
Enviada em 27/10/2020
A legalização do uso da maconha no Brasil está se tornando um dos assuntos mais opinados entre os cidadãos. Os pontos de vista sobre o uso dessa erva se divergem, no qual em um lado encontramos os apoiadores à legalização para uso geral e de outro pessoas que apoiam a legalização apenas para fins medicinais. Prova disso, é o documentário “Weed The People” exibido pela plataforma Netflix, em que os pais de uma criança ao saberem que a maconha é o único medicamento que salvará a vida de seu filho, se rendem a fazerem coisas até mesmo ilegais para conseguirem a erva, demostrando que ela deve ser legalizada para o meio medicinal.
Em primeiro lugar, é visível que o uso da maconha para satisfação causa alterações nos batimentos cardíacos, que podem levar à doenças cardiovasculares (AVC e infarto). Assim, por motivos como esses, a maconha é vista pelos cidadãos como uma erva portadora de malefícios, ou seja segundo o site Expertise, 46% dos entrevistados não apoiam a legalização da erva pôr a verem como sinônimo de coisas ruins.
Em segundo lugar, é evidente, de acordo com a mesma pesquisa do site Expertise, que das pessoas entrevistas, apenas 40% apoiam a legalização da maconha, pois acreditam no seu benéfico fim medicinal, no qual profissionais da área da ciência e saúde constataram o poder relaxante contra dores crônicas que a THC (molécula mais psicoativa da maconha) possui.
Dessa forma, conclui-se que a legalização da maconha no Brasil deve ocorrer apenas para práticas medicinais, portanto o Ministério da Saúde em companhia com o Governo Federal deve por meio de uma reunião, impor à grandes empresas que invistam lucros junto com o Governo em associações legais que praticam o plantio da maconha para ajuda de tratamentos crônicos. Também, exibirão em propagandas de TVs, relatos de médicos que utilizaram da maconha para o auxílio de tratamentos de doenças, mostrando o lado benéfico da erva, assim fazendo com que doenças que necessitem da maconha para cura ou tratamento a tenham disponível de maneira legal e que número de pessoas que apoiem a legalização para uso medicinal cresça.